A Azul Linhas Aéreas registrou um Ebitda recorde de R$ 2,1 bilhões no quarto trimestre de 2025, impulsionado por um forte modelo de negócios e disciplina estratégica.

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras divulgou resultados históricos para o quarto trimestre de 2025, destacando um Ebitda recorde de R$ 2,1 bilhões e uma receita operacional que atingiu R$ 5,8 bilhões. O crescimento de 9,6% no Ebitda em relação ao ano anterior, com uma margem de 36,9%, reforçou o sucesso da reestruturação sob o Chapter 11 nos Estados Unidos.

Desempenho Operacional

A ocupação dos voos chegou a 85%, e a companhia transportou aproximadamente 8 milhões de passageiros no período. O aumento de 1,1% na capacidade (ASK) e a expansão de 11,8% nas operações internacionais contribuíram para o crescimento. No acumulado do ano, a Azul transportou 31,73 milhões de passageiros, segundo dados da ANAC.

Expansão das Unidades de Negócio

A Azul Cargo, Azul Viagens e Azul Fidelidade apresentaram crescimento sólido, contribuindo com 21% do RASK total. A Azul Cargo teve um aumento de 24% na receita doméstica, enquanto as outras unidades ampliaram margens e receita.

Avanços na Reestruturação e Liquidez

A companhia concluiu com sucesso o processo de Chapter 11 neste início de 2026, resultando em uma redução de US$ 1,1 bilhão em dívidas financeiras e melhorias significativas nas obrigações de arrendamento e juros. A liquidez imediata ao final de 2025 era de R$ 3,7 bilhões, um aumento de 22%.

Com uma estrutura de capital fortalecida e uma rede extensa, a Azul está bem posicionada para continuar liderando o setor aéreo brasileiro em 2026, conforme afirmou seu CEO, John Rodgerson.