O Governo Federal lançou, dia 24 de março de 2026, a Agenda Conectar, em parceria com ministérios e órgãos da aviação, para transformar a conectividade aérea no Brasil. A iniciativa busca aumentar a concorrência, reduzir custos e promover segurança regulatória.

O Ministério de Portos e Aeroportos, em colaboração com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), apresentou a Agenda Conectar. A política visa expandir a conectividade aérea e tornar o transporte aéreo mais acessível no Brasil.

A iniciativa prevê um conjunto de medidas para ampliar o acesso ao transporte aéreo, reduzir custos e aumentar a oferta de serviços aos passageiros, criando um ambiente de negócios mais dinâmico e seguro. O programa conta com o apoio de diversas entidades públicas e privadas, fortalecendo o alinhamento setorial da proposta.

Apoio e Impactos Esperados

O ministro Silvo Costa Filho destacou a importância econômica e social do programa, afirmando que ele ajudará a conectar o Brasil internamente e com o mercado internacional. Pedro Guerra, chefe de gabinete do MDIC, ressaltou a necessidade de competitividade e a redução de ineficiências para integrar os objetivos do Estado.

Os objetivos da Agenda incluem fortalecer a concorrência, diminuir custos operacionais e promover estabilidade regulatória, impactando positivamente a economia ao reduzir o “Custo Brasil” e aumentar a eficiência.

Eixos de Atuação

No primeiro eixo, o foco é estimular a entrada de novos operadores no mercado. Medidas incluem a integração aérea com a América do Sul e apoio a modelos como “ultra low cost”. O segundo eixo aborda a redução de custos, propondo revisões tributárias e melhorias na gestão do tráfego aéreo. O terceiro eixo visa assegurar previsibilidade e confiança, fortalecendo a segurança jurídica e promovendo praticas sustentáveis.

Espera-se que a Agenda Conectar transforme a aviação em um vetor crucial para o desenvolvimento econômico e a integração nacional.