Aeroporto de Coari

As obras em Coari/AM incluem a construção de novo terminal de passageiros, pista de pouso e decolagem, taxiway e pátio de aeronaves

Atualizamos os números operacionais do Aeroporto de Coari – Urucu, no Amazonas. Neste trabalho inédito apresentamos informações do histórico de passageiros embarcados e desembarcados no aeroporto de 2000 a 2020, a participação de mercado das empresas em operações domésticas nos últimos 5 anos, entre 2016 e 2020, e finalizando com os voos vigentes no aeroporto.

Vejam os números operacionais do aeroporto, atualizados pelo Portal Aviação Brasil

Participação de mercado dos últimos 5 anos, das empresas que operam em Coari – Urucu, voos domésticos de passageiros

Um pouco da história

O Aeroporto de Coari, no Amazonas, é administrado pelo município. Com investimentos em andamento, será possível ampliar de forma significativa a operação do aeroporto, que poderá receber jatos comerciais de médio porte, como o Embraer 190-E2 e o Airbus A319, além de turboélices como os ATR 42 e ATR 72, que já operam no aeródromo.

O projeto de Coari prevê a reconstrução da pista de pouso e decolagem com dimensões finais de 1.600 m x 45 m (considerando acostamentos de 7,5 m para cada lado), taxiway com 156 m x 16 m e pátio de aeronaves com 115 m x 77 m.

Também haverá implantação de áreas de segurança nas cabeceiras da pista e regularização das faixas de pista e drenagem do sítio, inclusas obras complementares como auxílios à navegação e cerca operacional.

Destaca-se desse projeto a adoção de pavimento rígido (concreto), em substituição à pavimentação flexível (asfalto), solução mais duradoura e que demanda menos manutenção numa região com dificuldades logísticas para execução constante de obras.

Será construído novo terminal de passageiros com cerca de 870 m², ao lado do atual terminal, que tem 360 m². As obras em Coari têm previsão de conclusão em 2023, considerando as etapas de infraestrutura e edificações. O cronograma leva em conta as dificuldades logísticas da região amazônica e a complexidade da obra, que exige demolição e reconstrução de toda a estrutura dos pavimentos existentes.

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