O Grupo LATAM Airlines eliminou mais de 1 milhão de toneladas de CO₂ anualmente através de inovações tecnológicas e eficácia operacional, como revelado em 11 de maio de 2026 em Santiago. Essa estratégia, invisível para passageiros, responde às emissões de 200 mil pessoas, reforçando a sustentabilidade na aviação.

O Grupo LATAM Airlines anunciou que está evitando a emissão de mais de 1 milhão de toneladas de CO₂ anualmente por meio de medidas operacionais e tecnológicas que otimizam o consumo de combustível. Este impacto, embora invisível para os passageiros, é significativo na redução da pegada ambiental da companhia.

As iniciativas incluem o uso de dados, eficiência operacional e inovação tecnológica para melhorar o desempenho ambiental sem comprometer a experiência dos passageiros. Segundo Stephano Gachet, líder do programa de Eficiência Operacional da LATAM, essas medidas, embora não perceptíveis, são essenciais para uma operação mais sustentável.

Inovações Tecnológicas

Entre as medidas adotadas está o uso do AeroSHARK, um revestimento inspirado na pele de tubarão aplicado às aeronaves Boeing 777-300ER, que reduz a resistência aerodinâmica. Esta tecnologia faz com que a empresa avance na implementação prometendo reduzir até 12.000 toneladas de CO₂ por ano até 2027.

A LATAM também está utilizando aeronaves Airbus A320neo e A321neo com assentos mais leves. Esta medida diminui o peso das aeronaves em até 250 kg, reduzindo potencialmente 5.000 toneladas de CO₂ anualmente, além de gerar uma economia de cerca de US$ 1,5 milhão.

Práticas Operacionais

Práticas como o taxiamento com motor único (Single Engine Taxi) permitem que as aeronaves movimentem-se em solo utilizando apenas um motor, reduzindo mais de 100.000 toneladas de CO₂ por ano. Outra iniciativa foi a remoção de telas suspensas obsoletas, evitando a emissão de aproximadamente 7.000 toneladas de CO₂ e economizando mais de US$ 2 milhões.

O programa de Eficiência de Combustível do Grupo LATAM melhorou a eficiência operacional em 7%, evitando o consumo de mais de 2,4 milhões de barris de combustível e a emissão de 6,5 milhões de toneladas de CO₂ por ano, o equivalente às operações de voo no Equador, Colômbia e Chile.