Itapemirim se desorganiza e passageiros são os maiores prejudicados

Foto: Itapemirim

O Grupo Itapemirim suspendeu temporariamente as operações de sua companhia aérea, a ITA, no início da noite da última sexta-feira (17) para uma reestruturação interna.

A decisão foi tomada por necessidade de ajustes operacionais. A ITA informou que lamenta os transtornos causados e afirmou que irá continuar prestando toda assistência aos passageiros impactados, conforme prevê a resolução 400 da ANAC.

A companhia orienta os passageiros com viagens programadas para os próximos dias que entrem em contato pelo e-mail [email protected]

A companhia irá dedicar o máximo esforço para, em breve, retomar seus voos.

O Grupo Itapemirim informa também que essa decisão não afeta a prestação de serviço do transporte rodoviário, por meio da Viação Itapemirim, cujas operações seguem normalmente.

O Grupo Itapemirim informa que tem trabalhado arduamente em conjunto com a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) para mitigar os efeitos causados aos passageiros pela suspensão temporária de suas operações. A ITA tem contado com o apoio das demais companhias aéreas para a reacomodação de passageiros impactados.

A prioridade para reacomodação em voos de outras companhias tem sido para passageiros que já estão fora de sua cidade de domicílio e precisam retornar para casa. Os demais passageiros com viagens de ida e volta, que se encontram em sua cidade de domicílio, serão atendidos prioritariamente com reembolso total dos valores pagos.

A ITA informou que no último sábado havia 30 voos programados com diversas origens e destinos no Brasil.

A companhia diz estar orientando os passageiros com viagens programadas a partir de hoje que não tentem realizar check-in online e não compareçam aos aeroportos antes de contatar a empresa aérea. Todos os passageiros devem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou diretamente com sua agência de viagem.

A companhia afirma trabalhar neste momento em sua reestruturação para a retomada de suas operações o mais breve possível.

A questão é…a confiança dos clientes atuais e possíveis novos, já não existe. Dificilmente alguém comprará passagem de uma companhia aérea que com menos de seis meses causou inúmeros transtornos aos clientes.

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