A Azul e o meio ambiente

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Foto: Alexandre Barros

A Azul e o Departamento de Controle do Espaço Aérea (DECEA) estão deixando de lançar mais de 471 toneladas de gás carbônico por mês na atmosfera por meio de um estudo das rotas aéreas utilizadas pela empresa. Essa contribuição com o meio ambiente faz parte da agenda de sustentabilidade da companhia aérea, que desde 2016 está renovando sua frota de aeronaves por equipamentos de última geração e mais eficientes no consumo de combustível e também discutindo em conjunto com o DECEA como pode tornar o espaço aérea brasileiro mais sustentável.

Essa parceria com o órgão controlador procura formas de tornar as operações mais eficientes, sustentáveis e curtas, trazendo benefícios para os Clientes e também para o meio ambiente. Esse trabalho começou em 2016, mas foi neste ano que a Azul propôs durante um fórum do DECEA a análise de algumas rotas. Ao todo, 22 pedidos foram estudados e aceitos pelo órgão governamental, promovendo uma diminuição mensal de 471 toneladas de emissão de gás carbônico na atmosfera. “A Azul sempre buscou tornar sua atuação o mais sustentável possível. Com o crescimento da frota de última geração e esse trabalho em conjunto com o DECEA, estamos promovendo melhorias significativas em nossas operações, que podem ser ainda mais relevantes com a aprovação dos demais estudos que enviaremos para análise no ano que vem”, diz John Rodgerson, presidente da Azul.

Para conseguir encontrar esses “atalhos” nos céus do Brasil e emitir menos gases na atmosfera, a Diretoria de Operações de Voo da companhia aérea analisa constantemente os voos da empresa para entender quais e onde estão os locais que podem oferecer uma rota mais sustentável. “O critério principal que adotamos é pensar primeiro nas rotas que podem gerar mais impacto positivo para o meio ambiente”, explica Rodgerson.

Por sua vez, cabe ao DECEA analisar esses pedidos elaborados pela Azul e autorizar os voos por essas novas rotas. A próxima data para solicitação de alterações de rotas de voos acontecerá ainda no início de 2020.

“O DECEA, como responsável pelo gerenciamento do espaço aéreo, recebe esses pedidos e os analisa tendo como premissa que o espaço aéreo funciona como um sistema, onde qualquer movimento gera reflexos. Com isso em mente, são propostas alterações que melhorem os voos entre a origem e o destino solicitado, pensando na maior diminuição de emissão de CO2, sem interferir no tráfego aéreo como um todo”, afirma o Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA, Brigadeiro do Ar Ary Rodrigues Bertolino.

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