Aeroporto Internacional de São Luís/Marechal Cunha Machado

Divulgação Infraero
Atualizamos os números operacionais do Aeroporto de São Luís, no Maranhão. Neste trabalho inédito apresentamos informações do histórico de passageiros embarcados e desembarcados no aeroporto de 2000 a 2020, a participação de mercado das empresas em operações domésticas nos últimos 5 anos, entre 2016 e 2020, e finalizando com os voos vigentes no aeroporto.

Vejam os números operacionais do aeroporto, atualizados pelo Portal Aviação Brasil

Participação de mercado dos últimos 5 anos, das empresas que operam em São Luís, voos domésticos de passageiros

Participação de mercado dos últimos 5 anos, das empresas que operam em São Luís, voos internacionais de passageiros

Um pouco da história

Os dados antes do ano 2000 estão sendo levantados pela equipe de dados do Aviação Brasil.

Voos em Operação

O Aeroporto Internacional de São Luís / Marechal Cunha Machado completou 44 anos no último dia 6 de fevereiro de 2018. Com papel crucial para a região, contribuindo para o fomento e desenvolvimento cultural e econômico do Maranhão (MA), o terminal é a porta de entrada da capital São Luís – com seu rico centro histórico, suas festas e seu litoral –, e de um dos locais mais cobiçados do país, os Lençóis Maranhenses, visitado por turistas do Brasil e do mundo todo. O terminal deve receber melhorias em 2018 para aumentar a qualidade do serviço prestado aos passageiros. A expectativa é licitar, ainda na primeira metade do ano, as obras de revitalização do pátio da aviação regular, taxiways e pista de pouso e decolagem. Nos últimos anos, o aeroporto passou por várias melhorias, como a duplicação da área de embarque, a substituição de todas as esteiras de bagagens, balanças e balcões de check-in e a ampliação do terminal de passageiros. Nesse sentido, segundo o superintendente do aeroporto, Sérgio Kennedy, a Infraero busca aumentar ainda mais a qualidade do serviço, já que existem negociações para que o terminal volte a oferecer voos internacionais regularmente. “O aeroporto tem recebido voos internacionais charters e privados, em cumprimento à determinação da Receita Federal do Brasil que o habilita apenas para essas operações. Mas temos trabalhado junto ao estado e ao município para fomentar o incremento de mais voos, expandindo rotas e novos destinos, inclusive internacionais”, afirmou Kennedy. Para oferecer mais conforto aos passageiros, nos últimos anos, o aeroporto passou por várias melhorias, entre elas, a duplicação da área de embarque, a ampliação da área útil da sala de desembarque, a climatização total do terminal de passageiros, além da substituição, por equipamentos mais modernos, de todas as esteiras de bagagens, balanças e balcões de check-in. E mais recentemente, no ano passado, o terminal de passageiros foi ampliado, com investimentos na ordem de R$ 16,2 milhões. A área do terminal passou dos 6,2 mil m² para 11,1 mil m², ampliando a capacidade de passageiros de 3,4 milhões de embarques e desembarques por ano para 5,9 milhões. Operam regularmente no aeroporto três companhias aéreas: Latam, Gol e Azul, que operam regularmente 24 voos diários, cujos principais destinos são Recife, Imperatriz, Guarulhos, Belém, Brasília, Confins, Fortaleza e Rio de Janeiro. O aeroporto da capital maranhense é um dos mais importantes do Nordeste brasileiro – em 2017, 1,617.680 passageiros transitaram pelo terminal, que tem capacidade de receber até 5,9 milhões de pessoas. E os visitantes não são apenas os turistas. Sérgio Kennedy explica que a região também tem vocação empresarial. A história do aeroporto teve início na década de 1940, quando uma pista de grama, com cerca de mil metros de comprimento, atendia à Base Aérea do Exército Brasileiro, sendo o único meio pelo qual a capital maranhense dispunha para receber voos. Em 1943, em plena II Guerra Mundial, após vários acordos entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos, foi instalada no local uma Base Aérea para servir de apoio ao Exército e à Marinha norte-americana. A partir de então, com a necessidade de uma infraestrutura para receber todo o aparato bélico, além das modernas aeronaves de combate, foram construídos uma pista de taxiamento e o pátio da aviação geral, com pavimentação asfáltica. Três anos mais tarde, com o fim da guerra, as instalações foram entregues ao Ministério da Aeronáutica. Em 1974, a Infraero passa a administrar o terminal, que recebeu a o nome de Aeroporto do Tirirical, em referência ao bairro em que se encontra instalado. Onze anos depois, em 1985, o aeroporto passa a se chamar Marechal Cunha Machado, em homenagem a um ilustre militar, representante do Brasil na Organização da Aviação Civil Internacional (OACI). Hugo da Cunha Machado nasceu em São Luís no dia 3 de novembro de 1898. Cursou a Escola Naval e ingressou na Aviação Militar da Marinha, participando dos serviços de patrulhamento da costa durante a Primeira Guerra Mundial. Na Segunda Guerra Mundial, Cunha Machado serviu como integrante da Força Aérea Brasileira (FAB) e atingiu o posto de brigadeiro, tendo sido ainda subchefe do Estado-Maior da Aeronáutica. Fonte: Infraero (editado por Aviação Brasil)