Foto: Alexandre Barros
Empresa constituída em 1988 resultado da divisão das operações da CAAC – Civil Aviation Administration of China, para as empresas Air China, China Eastern, China Southern, China Northern, China Southwest e China Northwest. Em janeiro de 2001 comprou a China Southwest Airlines e ingressou na Star Alliance. A Air China iniciou voos para o Brasil em dezembro de 2006 e quase dois anos depois, em 14 de setembro de 2008, suspendeu devido aos altos preços dos combustíveis. Com pouco mais de um ano de suspensão da rota, a empresa retomou voos em 20 de dezembro de 2009, com Airbus A330-200, e continuava até 2020, a bordo de aeronaves Boeing 787-9, que faziam a rota Pequim – Madrid – São Paulo, até a pandemia. São subsidiárias da empresa: Shenzhen Airlines, Dalian Airlines, Beijing Airlines, Air Macau, Shandong Airlines e Tibet Airlines. O ano de 2017 foi o melhor no volume de passageiros transportados entre os dois países, mantendo-se estável em 2019 e com queda brusca em 2020, devido a pandemia de Covid-19.

Abaixo o número de passageiros e carga transportada de e para o Brasil nos últimos 5 anos

Rotas operadas nos últimos 5 anos com passageiros de e para o Brasil

O quadro abaixo representa o percentual do total de passageiros transportados de e para o Brasil pela Air China, considerando também rotas não regulares e ou voos charters, como ocorrido em 2019, com operação de Atenas e Tenerife para o Brasil

Rotas operadas nos últimos 5 anos com carga de e para o Brasil

O próximo quadro representa o percentual do total de carga transportada de e para o Brasil pela Air China, considerando também rotas não regulares e ou voos charters, como ocorrido em 2019, com voos de Beijing para Brasília e de Brasília para Tenerife.

Voos em Operação de e para o Brasil

A partir de 31 de outubro a companhia reiniciará os voos de São Paulo para Beijing com escalas em Madrid, na Espanha. Os voos ocorrerão às quintas e domingos com Boeing 787-9.

Participação de Mercado – Passageiros

Na rota para a China a companhia não tem concorrência com voos partindo do Brasil.

Participação de Mercado (Carga)

Apesar de não ter operado ainda em 2021 e mal ter operado em 2020, devido a pandemia, na rota Brasil – China, a Air China só teve concorrência em 2019, quando da operação da Air Bridge Cargo na rota. Mas particularmente em 2020, no sentido Brasil, houve grande remessa de carga de vacinas para o país em voos da Latam e companhias que raramente operam no Brasil, como a Sky KG, Kam Air, Fly Pro e CA Terra Avia. Em 2021 a novidade na rota foi a espanhola Plus Ultra.

Frota da Empresa

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