Em 1 de setembro de 1937 a Panam recebia seu primeiro DC-3.

Em 1 de janeiro de 1945 foram suspensos os vôos de cabotagem, no Brasil, pela PanAm.

Em 26 de outubro de 1958 a Panam iniciava seus vôos à jato, com 707-120.

Em 25 de Setembro de 1950 a PanAm comprava a American Overseas Airlines, adquirindo assim direitos de tráfego para quase toda a Europa.

Além da frota TRISTAR L 1011/500, pela Panam à Lockheed, num total de 12 aviões, para substituir os eficientes Boeings 707, em abril de 1980, outros 4 novos jatos também foram encomendados a Boeing. São eles os famosos 747 SP (Special Performance), já apelidado pelos usuários como “Jumbinho”. A entrega dos 2 primeiros Jumbinhos foram em 1978 e os 2 restantes em 1979.

Em Julho de 1985 a Panam substituiu o Lockheed Tristar pelo Boeing 747 na rota brasileira. A PANAM operava em 1986 duas frequências diárias do Rio e São Paulo (Guarulhos) para Miami e New York. Sua frota estava composta por 12 Airbus A300, 7 Airbus A310-200, 38 Boeing 727-200, 13 Boeing 737-200, 33 Boeing 747-100 e 7 Boeing 747-200. Em 1987 a Panam comprou 6 ATR 42 e 10 Dash 7 para operação na Panam Express além de 12 Airbus A310-300 e 16 Airbus A320-200, além de aumentar para 46 os Boeing 727-200 operados. Em 18 de junho de 1989 a Panam inaugurou a linha São Paulo – New York, sem escalas. O número de funcionários estava na casa dos 24.600, demonstrando a grandeza da companhia, e sua frota composta por 17 Airbus A300B4, 7 Airbus A310-200, 12 Airbus A310-300, 69 Boeing 727-200, 5 Boeing 737-200, 28 Boeing 747-100 e 7 Boeing 747-200.

No início de 1991 a Panam reduziu drasticamente suas operações, dentro de seu plano de recuperação. As rotas transatlânticas foram adquiridas pela Delta Airlines, que comprou 45% da antiga Panam (outros 55% ficou com credores), endividada, mais a ponte aérea New York – Washington. Na compra da empresa a Delta Airlines iria investir US$ 300 milhões de dolares na recuperação da Panam e com isso tira-la da concordata, permitindo que com isso continuasse operando as rotas da América Latina e Caribe. Sua frota no final de 1991 ficou composta por 13 Airbus A300B4, 28 Boeing 727-200 e 9 Boeing 747. Mas todos os esforços foram incapazes de manter uma gloriosa história.

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